Do iorubá, "Agbara" quer dizer potência. O espetáculo é uma coleção de cenas que retrata o cotidiano de mulheres possíveis que habitam as cidades do nosso país. Com base em experiências pessoais e atravessadas por histórias que impactam sua realidade, a atriz japeriense Carol França lança mão de diversas linguagens teatrais para falar de suas inquietações em um momento crucial da história brasileira, trazendo relatos que envolvem o machismo, o racismo e o debate sobre a estrutura patriarcal da sociedade. “Agbara” fala da potência do ser feminino e da necessidade do olhar fraterno como caminho para a evolução.